Livros Apocrifos

Onde foram parar os rolos?

Autor: Roberto Strabelli

Os territórios do Mar Morto encontravam-se sob jurisdição da Jordânia, cujo governo garantiu direitos exclusivos de estudo a oito especialistas liderados pelo padre Roland de Vaux, do Centro Bíblico e Arqueológico de Jerusalém, que vedou o acesso de qualquer pesquisador judeu aos pergaminhos.

A partir de 1965 os manuscritos ficam guardados no Santuário do Livro, museu construído em Jerusalém para abrigar as descobertas do Mar Morto e os estudos sobre eles.

Em 1967, por ocasião da Guerra dos Seis Dias, Israel, ao conquistar a margem ocidental do Jordão, adquiriu o controle dos documentos, mas também só permitiu que um pequeno grupo os estudasse. Alguns foram traduzidos e divulgados mais tarde, mas o mundo continuou desconhecendo o que havia na maior parte desse tesouro.

Somente em setembro de 1990, os manuscritos começaram a ser mais amplamente divulgados, quando dois estudiosos do Colégio Hebreu de Cincinatti, nos Estados Unidos, Ben-Zion Wacholder e Martin Abegg, tiveram acesso a uma cópia de um código de referências (relação de palavras com sua posição nos diferentes manuscritos) dos pergaminhos.

Por razões de segurança, o governo israelense havia distribuído algumas cópias desses quebra-cabeças por instituições judias em todo o mundo, além de ter depositado microfilmes dos pergaminhos sob a guarda de oito bibliotecas, a maioria nos Estados Unidos, com o compromisso de que não fossem liberados para o público.

No final de 1.999, rompendo com todo este cerco, a Biblioteca Huntingdon, de Los Angeles, uma das que detinham uma cópia microfilmada dos pergaminhos, liberou a consulta para estudiosos de todo o mundo.

Muitos destes manuscritos estão guardados em diversas universidades, em Israel, Estados Unidos, França e Inglaterra.

Fote: http://www.sobrenatural.com.br/Apocrifos/Rolos_Mar_Morto/Onde_Foram_Para.htm

Nota do Autor do site:

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Rogerio SacroSancttus

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