A Ascendência da Ditadura Científica

 


Parte 1: Esclarecendo a Origem Oculta do Darwinismo

Autor: Phillip Collins

Tradução: Roberto Cavalcanti


Conforme a Antigüidade abriu caminho para a História Moderna, a estrutura de poder religioso moveu-se para uma autocracia do cognoscível, ou uma 'ditadura científica'. Subitamente e rapidamente, a classe governante tomou o controle da ciência e usou-a como uma 'arma epistemológica' contra as massas. Esse artigo mostrará que a história e o pano de fundo dessa 'ditadura científica' é uma conspiração, criada e sub-gerenciada pela tendência histórica do Darwinismo, que tem seus fundamentos na Franco-maçonaria.


O Cartel Epistemológico


Em The Architecture of Modern Political Power, Daniel Pouzzner esquematiza as táticas empregadas pela elite para manter sua dominação. Entre eles tem-se que: 'Controle ostensivo sobre o cognoscível, comercializando institucionalmente a ciência acreditada como o único caminho para a compreensão da verdade' (Pouzzner, 75). Assim, a classe governante esforça-se para desencorajar a razão independente, enquanto exercita um poder ilusório sobre o conhecimento humano. Essa tática de controle através da supressão do conhecimento e seletiva disseminação é reiterada no anonimamente autorizado documento Silent Weapons for Quiet Wars (Armas silenciosas para guerras completas):


A Energia é reconhecida como a fonte de toda atividade na Terra. A ciência natural é o estudo das fontes e controle da energia natural, e a ciência social, teoricamente expressada como economia, é o estudo das fontes e controle das energias sociais. Ambas são sistemas de contadoria. A matemática é a ciência de energia primária. E a contadoria pode reinar caso o público seja deixado ignorante da metodologia da contadoria. Toda ciência é meramente um meio para um fim. O meio é o conhecimento. O fim é o controle (Keith, Secret and Suppressed, 203).


A palavra 'ciência' é derivada da palavra latina scientia, que significa 'conhecer'. A Epistemologia é o estudo da natureza e origem do conhecimento. Esse monopólio do cognoscível pela elite, que é impingido através da ciência institucional, poderia ser caracterizado com um "cartel epistemológico". A classe dirigente tem subornado os 'contadores' (p.e., cientistas naturais e sociais). Por enquanto, as massas praticamente divinizam os 'contadores' da elite, e permanecem 'ignorantes da metodologia da contadoria'. O desconhecido autor de Silent Weapons for Quiet Wars fornece um resumo simples bastante eloqüente: 'O meio é o conhecimento. O fim é o controle. Além dessa, resta uma outra publicação: Who will be the beneficiary?' (Keith, Secret and Suppressed, 203). (Veja o documento inteiro em: http://www9.pair.com/xpoez/money/silent.html)


Em Brave New World Revisited, Aldous Huxley definiu mais sucintamente esse cartel epistemológico:


Os antigos ditadores caíram porque eles nunca poderiam suprir seus subalternos com pão, circo, milagres e mistérios suficientes.


Sob uma ditadura científica, a educação realmente trabalhará com o resultado que a maioria dos homens e mulheres crescerá para amar sua servidão e nunca sonhará com revolução.


Não parece haver motivo algum pelo qual uma ditadura científica completa deveria ser sempre derrubada (Huxley, Brave New World Revisited, 116).


Esse é o último objetivo da elite: uma oligarquia legitimada por expositores do 'conhecimento' completamente untados ou, nas próprias palavras de Huxley, uma 'ditadura científica.'


A Nova Teocracia


Como se iniciou a 'ditadura científica' do século vinte? Nos séculos anteriores, a classe dirigente controlou as massas mais através de sistemas místicos, particularmente a adoração ao sol. Mesmo assim, isso tudo mudaria. Em Saucers of the Illuminati, Jim Keith documenta a substituição de uma teocracia do sol para uma teocracia da 'ciência':


Desde que o deus sol (e suas várias correlações, incluindo filhos e esposas) foram, depois de vários de milhares de anos de adoração, começarem a se desgastar ao redor das esquinas em termos de credulidade, e uma grande porção de plebeus estavam começando a reclamar que essa coisa era toda fabricada, os Illuminati apareceram com uma nova e improvisada versão de seu programa de controle de mentes, que não dependia do deus sol ou deusa lua como mais moderna e atualizada autoridade (Keith, Saucers of the Illuminati, 78).


Sacerdotes e rituais foram logo suplantados por uma nova geração de 'contadores' e uma nova 'metodologia of contadoria'. Keith elabora:


Como o culto ao sol/lua perdeu um pouco de sua popularidade, os 'cientistas' foram rápidos para recolher um pouco da negligência. De acordo com sua propaganda, as leis físicas do universo eram os fatores causativos finais, e, naturalmente, aquelas leis físicas eram compreensíveis somente pela elite (p.e. Illuminati) científica (Keith, Saucers of the Illuminati, 78-79).


Essa transferência conscientemente induzida de paradigma facilitou a emergência da elite da nova teocracia. A religião oficial dessa teocracia, sancionada pelo Estado, que era o 'cientificismo': a crença que os métodos de investigação das ciências naturais deveriam ser universalmente impostos sob todos os campos de investigação. Essa forma de imperialismo epistemológico não é para ser confundido com ciência legítima. O pesquisador Michael Hoffman faz essa distinção em seu livro Secret Societies and Psychological Warfare:


A ciência, quando praticada como a aplicação dos talentos do homem doados por Deus para a produção de tecnologia apropriada em um parâmetro humano, aliviam a miséria e a reverencial investigação e apreciação da glória da Divina Providência como revelada na natureza, é uma ferramenta útil para a espécie humana. O Cientificismo é ciência enlouquecida, que é o que nós temos hoje (Hoffman, 49).


Hoffman, em seguida, aprimora a estupidez do cientificismo:


O argumento que a ciência é um mestre mau e perigoso criado e não deveria ser adorada é que a ciência não é objetiva. A ciência é fundamentalmente sobre as utilidades da medição. O que não fortalece o parâmetro do cientista é descartado. O determinismo científico tem repetidamente excluído alguns dados de sua medida e falsificado outros dados, tais como o Homem de Piltdown, no sentido de dar suporte a auto-suficiente natureza de sua própria agenda, seja o Darwinismo ou métodos de ‘tratamento’ de câncer do tipo 'corte, queime e envenene' (Hoffman, 49).


Deve ser entendido que essa nova instituição de saber é uma forma de misticismo como seus precursores religiosos. A ciência contemporânea é baseada no empirismo, a idéia de que todo conhecimento é produzido exclusivamente através dos sentidos. Todavia, uma aproximação exclusivamente empírica relega a causa para a esfera da ilusão metafísica. Isso prepara enormes ramificações para a ciência. Nós realmente sabemos o que motiva algo?


Embora a sucessão temporal e proximidade espacial sejam auto-evidentes, a conexão causal não é. A afirmação de relação causal é impossível na ciência. O que é percebido como A causando B poderia ser meramente justaposição circunstancial. Dada a ausência de causa conhecida, todas descobertas dos cientistas devem ser recebidas pela fé. Isso é tudo que alguém pode deduzir enquanto trabalha sob o paradigma do empirismo radical. Assim, a elite simplesmente trocou uma forma de misticismo por outra.


Retornando ao enunciado anterior de Pouzzner, o 'controle ostensivo sobre o cognoscível' é alcançado através da promulgação da 'ciência institucionalmente acreditada' (Pouzzner, 75). Agora, a elite tinha que encontrar dois requerimentos para garantir seu domínio epistemológico: uma ciência especialmente desenhada para as necessidades e uma instituição para acreditá-la e disseminá-la.


A Sociedade Real Britânica


A nova igreja secular e o novo sacerdócio da elite se originaram no interior dos muros da Sociedade Real Britânica. Os criadores da Sociedade Real eram também membros da Loja Maçônica. De acordo com Baigent, Leigh, e Lincoln em Holy Blood, Holy Grail:


Na prática, todos os membros fundadores da Sociedade Real eram Franco-maçons. Alguém poderia razoavelmente argumentar que a própria Sociedade Real, pelo menos em seu início, era uma instituição Maçônica – derivada das Uniões Cristãs de Andrea, da 'invisível irmandade Rosa-cruz' (Baigent, et al, 144).


Jim Keith torna claro que a Loja Maçônica 'tem sido suspeita de ser um canal para as intenções de um número de interesses elitistas' (Keith, Casebook on Alternative Three, 20). A serviço da elite, a Sociedade Real de Franco-maçons re-esculpiria as noções epistemológicas e disseminariam propaganda. Jim Keith fornece uma breve conclusão do papel da Sociedade Real nos anos que viriam: 'A Sociedade Real Britânica do final do século XVII foi a precursora de muito da manipulação da mídia que esteve para se suceder' (Keith, Saucers of the Illuminati, 79).


Antes do advento da Sociedade Real Britânica, a ciência (p.e., o estudo do fenômeno natural) e a teologia (p.e., o estudo de Deus) eram inseparáveis. Os dois não eram repositórios de conhecimento separados, mas naturalmente correlacionados. Em Confession of Nature, Gottfried Wilhelm Leibniz estabeleceu a centralidade de Deus na ciência. De acordo com Leibniz, as origens mais próximas da 'grandeza, forma e movimento', que constituem as 'qualidades primárias' corpóreas, 'não podem ser encontradas na essência do corpo' (de Hoyos).


Linda de Hoyos revela o ponto em que a ciência encontra um dilema:


O problema surge quando o cientista pergunta por que o corpo preenche esse espaço e não um outro, por exemplo, porque ele deveria ter três pés de preferência a dois, ou quadrado de preferência circular. Isso não pode ser explicado pela natureza dos próprios corpos, posto que a matéria é indeterminada como qualquer figura definida, se quadrada ou circular. Para o cientista que recusa a recorrer a uma causa incorpórea, só pode haver duas respostas. Ou o corpo tem sido seu caminho desde a eternidade, u tem sido feito quadrado pelo impacto de um outro corpo. 'Eternidade' não é resposta, visto que o corpo poderia ter sido redondo pela eternidade também. Se a resposta é 'o impacto de um outro corpo', aí resta a questão de por que ele deveria ter tido qualquer forma determinada antes que tal movimento agiu sobre ele. Essa questão pode ser perguntada repetidamente. Portanto, parece que a razão para uma certa forma e grandeza de corpos não pode ser nunca encontrada na natureza desses mesmos corpos.


O mesmo pode ser estabelecido pela coesão e firmeza corporal, que deixou Leibniz com a seguinte conclusão:


Visto que nós demonstramos que os corpos não podem ter uma forma, quantidade ou movimento determinados sem um ser incorpóreo, torna-se prazerosamente aparente que esse ser incorpóreo é único para tudo, porque da harmonia das coisas entre si, especialmente posto que os corpos são movidos não individualmente por esse ser incorpóreo, mas um ao outro. Mas nenhuma razão pode ser dada pelo que esse ser incorpóreo escolhe uma grandeza, forma e movimento de preferência a um outro, a menos que ele seja inteligente e sábio com respeito a beleza das coisas e poderoso com respeito a sua obediência ao seu comando. Portanto, um tal ser incorpóreo é uma mente governando o mundo inteiro, que é, Deus (de Hoyos).


Obviamente, essa conclusão era antitética à doutrina da ditadura científica, que sustentou que 'as leis físicas do universo eram os últimos fatores causais' (Keith, Saucers of the Illuminati, 78-79). O naturalismo metafísico (p.e., natureza é Deus) tinha se entronizado. Simultaneamente, a presença de Deus nos corredores da ciência teve que ser eliminada. Para executar isso, a Sociedade Real criou uma divisão Gnóstica entre ciência e teologia, garantindo assim a primazia da matéria nos halls da investigação científica (Tarpley).


Reverência Cega à Ciência


Sem dúvida, preconceitos e pressuposições impregnaram na estrutura completa da autocracia epistemológica da elite. A própria Academia tem se tornado a igreja oficial para esse culto de seletividade epistemológica. O filósofo Cristão Ravi Zacharias pessoalmente encontrou os enormes obstáculos daninhos do cientificismo durante uma conversa casual com alguns estudiosos, da qual um cientista faz uma confissão chocante:


Eu perguntei-lhes um par de questões. 'Se o Big Bang foi realmente onde tudo começou, posso eu perguntar o que precedeu o Big Bang?' Sua resposta, que eu tinha antecipado, era que o universo foi contraído a uma singularidade.


Eu continuei, 'Mas não é correto que uma singularidade como definida pela ciência é um ponto em que todas as leis da física se decompõem?'


'Está certo', foi a resposta.


'Então, tecnicamente, seu ponto de início tampouco é científico.'


Houve silêncio, e suas expressões denunciaram a pressa mental à procura de uma escapatória. Mas eu tinha ainda uma outra questão.


Eu perguntei se eles concordavam que quando uma visão mecanicista do universo tinha sido reforçada, pensadores como Hume tinham reprovado filósofos por tomarem o princípio da causalidade e aplicá-lo a um argumento filosófico para a existência de Deus. A causalidade, ele informou, não podia ser inferida da ciência para a filosofia.


'Nesse momento', eu acrescentei, 'quando a teoria de quantum reuniu forças, a falta de método no mundo subatômico é produzida como base para a falta de método na vida. Você não está produzindo a mesma completa inferência contra a qual você nos preveniu?'


Novamente, houve silêncio e depois um homem disse com um sorriso de auto-reprovação, 'Nós cientistas parecemos reter soberania sobre o que nós permitimos ser transferido para filosofia e o que não pode' (Zacharias, 64).


Essa 'soberania seletiva' vigorosamente reforçada pela autocracia epistemológica da elite, efetivamente marginalizou dissidentes e consumou a apoteose dos 'contadores.' Hoffman explica:


A criptocracia tem armado bem sucedidamente para seu próprio fim o grande potencial para promover secretas politico-ocultas ao público, apresentando-lhes como inatacável 'verdade ciêntífica objetiva'. Posto que o espectro da 'ciência' infunde nos secularistas uma espécie de reverência cega, oponentes das agendas política e oculta promovidas através da propaganda do cientificismo são rapidamente estigmatizados como 'Neanderthal', especialmente com respeito a sua oposição ao Darwinismo, um dogma provado ser falso por Norman Macbeth em seu magistral Darwin Retried e exposto como um culto por Gertrude Himmelfarb em Darwin (Hoffman, 49).


De repente, o ‘controle ostensivo sobre o cognoscível' se tornou a Providência Divina dos semi-deuses 'contadores'. Ao mesmo tempo, seus oponentes se tornaram heréticos e foram 'queimados na estaca' (p.e., marginalizados pela academia e outras instituições seculares). Hoffman declara que:


A doutrina do homem brincando de deus atinge seu nadir na filosofia do cientificismo que torna possível a completa escravidão mental, espiritual e física da espécie humana através de tecnologias tais como vigilância por satélite e computador; um estado de negócios simbolizado pelo 'Olho que tudo Vê' acima da inacabada pirâmide na nota de um dólar americano (Hoffman, 50).


Com a inculcação nas massas do cientificismo, a inacabada pirâmide está quase completa.


Evolução: A Doutrina Oculta da Transformação


Com a Sociedade Real Britânica agindo como seu quartel general da propaganda, a elite tinha criado uma instituição para fornecer credibilidade para sua especialmente desenhada 'ciência'. Agora, eles precisavam introduzir a ‘ciência’. Lembre-se que os membros fundadores da Sociedade Real eram todos Franco-maçons. Assim, não importa qual ‘ciência’ esses homens designariam ser derivativa da doutrina Maçônica. Em The Meaning of Masonry, W.L. Wilmhurst revela a visão de mundo que servia de base para a nova ‘ciência’ Maçônica':


Essa - a evolução [ênfase acrescentada] do homem a condição de super-homem – sempre foi o propósito dos antigos mistérios, e o propósito real da moderna Maçonaria não são propósitos sociais e caritativos para os quais tanta atenção é paga, mas a promoção da evolução espiritual daqueles que aspiram a perfeição de sua própria natureza e transformá-la na qualidade de mais ou menos um deus. E essa é a ciência definitiva, a arte real, que é possível para cada um de nós pôr em prática; enquanto unir a arte a um outro propósito que estudar e perseguir essa ciência é, em troca, entender mal seu significado (Wilmhurst, 47).


Posteriormente, no livro, Wilmhurst reitera esse tema:


O homem que tenha nascido da terra e se desenvolvido através dos reinos menores da natureza até seu presente estado racional, tem ainda que completar sua evolução [ênfase acrescentada] pela transformação em um ser semelhante a um deus e unificar sua consciência com a onisciência – para promover o que é e sempre tem sido o único objetivo e propósito de toda iniciação (Wilmhurst, 94).


Como o exílio efetivo de Deus da ciência, a posição do homem como imago viva Dei (criado na imagem do Criador) foi sumariamente relegada à obsolescência. Agora, a Franco-maçonaria poderia introduzir sua doutrina oculta da 'conveniente' crença na evolução gradual do homem rumo a apoteose.


De acordo com a Mackey's Encyclopedia of Free-masonry, Erasmus Darwin, avô de Charles Darwin, foi o primeiro a divulgar o conceito de evolução:


Dr. Erasmus Darwin (1731 - 1802) foi o primeiro homem na Inglaterra a seguir aquelas idéias que posteriormente foram ser encorpadas na teoria Darwiniana pelo seu neto, Charles Darwin (1809 - 1882), que escreveu em 1859 Origem das Espécies (citado em Daniel, 34).


A Sociedade Lunar


Erasmus Darwin foi o fundador da Sociedade Lunar. De acordo com o autor Ian Taylor, a Sociedade Lunar ficou ativa de cerca de 1764 à 1800 e sua importante influência 'continuou bem mais tarde sob a bandeira da Sociedade Real'.b O nome do grupo relacionava-se ao fato que membros encontravam-se mensalmente em toda noite de lua cheia. Os membros desse grupo ostentavam tais notabilidades como John Wilkinson (que produziu canhões), James Watt (que ganhou notoriedade pelo motor a vapor), Matthew Boulton (um industrial), Joseph Priestly (um químico), Josiah Wedgewood (que fundou o famoso comércio de cerâmica), e Benjamin Franklin. É com a Sociedade Lunar que alguém começa a identificar as ligações de Erasmus com a Franco-maçonaria. (Taylor, 55)


Interessantemente suficiente, em um artigo de Lord Richie-Calder, os membros da Sociedade Lunar eram designados como a bastante esotérica denominação de 'mercadores da luz'. Essa foi precisamente a mesma descrição usada pela hipotética sociedade apresentada em New Atlantis de Sir Francis Bacon (Taylor, 55). Em sua análise de History of Freemasonry de J.G. Findel's, Nesta Webster fez a seguinte observação: 'Findel francamente admite que a Nova Atlantis continha alusões indubitáveis à Franco-maçonaria e que Bacon contribuiu para sua transformação final' (Webster, 120).


O pesquisador Ian Taylor acrescenta:


Webster apontou que um dos mais antigos e eminentes precursores da Franco-maçonaria é dito ter sido Francis Bacon, que é também reconhecido ter sido um Rosa-cruz; as ordens Rosa-cruz e Franco-maçom estiveram intimamente aliadas e poderia ter tido uma origem comum (Taylor, 445).


Todavia, essas são ligações tênues, na melhor das hipóteses. Houve alguma fonte que firmemente estabelece uma ligação Darwiniana/Franco-Maçônica? A Mackey's Encyclopedia of Free-masonry conclusivamente confirma um vínculo:


Antes de vir a Derby, em 1788, Dr. [Erasmus] Darwin tinha sido feito um Maçom no famoso Time Immemorial Lodge of Cannongate Kilwinning, No. 2, da Escócia. Sir Francis Darwin, um dos filhos do Doutor, foi feito um Maçom na Tyrian Lodge, No. 253, em Derby, em 1807 ou 1808. Seu filho Reginaldo foi feito um Maçom na Tyrian Lodge em 1804. O nome de Charles Darwin não aparece na lista de nomes da Loja, mas é bem possível que ele, como Francis, foi um Maçom (citado em Daniel, 34).


Em 1794, Erasmus escreveu um livro intitulado Zoonomia, que delineou essa teoria da evolução (Taylor, 58). Sendo um Franco-maçom, há pouca dúvida que Erasmus copiou de forma liberal a doutrina oculta da ‘transformação’ da Loja. Antes que Erasmus tivesse escrito suas noções precursoras de progressivo desenvolvimento biológico, o Franco-Maçom John Locke (1632 - 1704) inferiu a doutrina Hindu da reencarnação para o interior do contexto do naturalismo metafísico e formulou uma teoria da evolução (Daniel, 33-34).


A Companhia Britânica das Índias Orientais tinha importado a crença Hindu da reencarnação para a Inglaterra onde seria adotada pela Sociedade Real Britânica. Um importante membro da Sociedade Real, John Locke estudou a reencarnação intensivamente e, trabalhando com a doutrina oculta como uma inferida inspiração, desenvolveu suas próprias idéias evolucionárias. Na realidade, a teoria da evolução de Locke recebeu o apoio dos membros masculinos da família de Darwin (Daniel, 33-34). Dois séculos mais tarde, esse conceito oculto de 'transformação' seria transmitido a Charles Darwin na Origem das Espécies que nasceria.


Naturalismo Metafísico: O Golem Renascido


Apoiar o conceito de naturalismo metafísico é a noção que a vida se originou de matéria sem vida. Essa noção, batizada 'geração espontânea' exclui o envolvimento de um Criador sobrenatural. Assim, a natureza se tornou um deus criando a si própria. Louis Pasteur, cuja obra estabeleceu a Lei da Biogênese, forneceu o mais sucinto resumo desse misticismo antropomórfico:


Produzir geração espontânea seria para criar um germe. Seria criar vida; seria para resolver o problema de sua origem. Significaria ir da matéria à vida através de condições ambientais e materiais [matéria sem vida]. Deus como autor da vida então não seria mais necessário. A matéria O substituiria. Deus precisaria ser invocado somente como autor dos movimentos do universo (Dubos, 395).


Como todos os ‘falsos deuses’ da Antigüidade, a voracidade dessa nova divindade foi demolida em pouco tempo. A 'geração espontânea' foi provada como impossível pela Lei da Biogênese. Porém, esse fato não fez cessar certos 'homens da ciência' de natureza cronicamente divinizada. Por exemplo, Charles Darwin inconscientemente revelou seu impulso idólatra através de enunciados como: 'seleção natural escolhe com uma habilidade sem erro as melhores variedades' (Hooykaas, 18).


Evidente que em tais enunciados existe a idéia que a natureza é consciente. Além de tudo, somente um ser consciente guarda determinados gostos e, portanto, 'escolhe' os receptores de sua preferência. Demais a mais, tais enunciados revelam que a própria 'natureza' é uma divindade soberana agindo como o árbitro final da vida e da morte. Esse meme tem produzido metástase, apresentando-se hoje como a Hipótese Gaia. Essa hipótese acredita que a biosfera é uma entidade auto-criadora, auto-sustentável e auto-regeneradora. Central a essa tese é a alegação que tanto o vivente e não-vivente são inseparáveis. [Nota do Editor: ou o conceito da nova era que o espírito e a matéria não são separáveis, mas estão nas extremidades de uma continuação vibracional.] (Lovelock, 31-33).


Embora o conceito de 'geração espontânea' tenha sido provado cientificamente como falho anos atrás, muitos continuam a ressuscitar seu cadáver. Por que esse tema de matéria sem vida espontaneamente gerando vida continua a emergir? A resposta é porque ele tem estado com o homem por muito tempo. Ele se deriva do golem, um conceito antigo apresentado na Kabbalah Hebraica. O Franco-maçom Grau Trinta e Três Albert Pike revelou que: 'todas as associações maçônicas devem à [Kabbalah] seus Segredos e seus Símbolos' (Pike, 744). De acordo com seu texto oculto, o golem foi um homem artificialmente criado cuja vida foi o resultado de intervenção sobrenatural. O falecido Isaac Bashevis Singer, que estudou a Kabbalah explicou extensivamente:


'o golem' é baseado na fé 'que matéria morta não é realmente morta, mas pode ser trazida à vida [ênfase acrescentada]' O que são os computadores e os robôs de nosso tempo se não golems? ' O Talmud nos conta de um intérprete de nome Rava que criou um homem pelo seu poder misterioso' Nós estamos vivendo nesse momento em uma época de fazer golem. A lacuna entre ciência e magia 'está se se tornando cada vez mais estreita'' (Hoffman, 115).


Extraindo de doutrinas esotéricas sua herança oculta, os membros da Franco-Maçonaria da Sociedade Real Britânica re-introduziram o golem ao público à guisa de 'naturalismo metafísico.' Gradualmente, as maquinações corporais da natureza suplantaram o milagroso Criador. Obviamente, essas maquinações eram inteligíveis somente para cientistas untados da autocracia epistemológica. Assim, os 'contadores' da elite se tornaram os novos expositores de 'milagres'. Esse verdadeiro endeusamento dos 'contadores' é evidente nos últimos enunciados de Singer com relação ao golem:


Eu estava interessado no golem desde minha infância. Eu fui criado na casa de um rabbi, e seus sermões freqüentemente falavam de milagres, pelo Baal Shem Tov e outros maravilhosos rabbis. 'Eu percebi muito cedo em minha vida que ciência e tecnologia tinham realmente criado uma civilização de milagres. A ciência é uma comprida corrente de milagres'. (Hoffman, 116).


Lembre das palavras de Aldous Huxley em Brave New World Revisited: 'Os antigos ditadores caíram porque eles nunca poderiam suprir seus subalternos com pão, circo, milagres [ênfase acrescentada] e mistérios suficientes.' Os novos ditadores não pretendiam cometer o mesmo erro. Com a efetiva santificação do naturalismo metafísico, a Sociedade Real Britânica preparou-se para desatar seu próximo golem. Porém, seu golem seria um homem-macaco artificalmente criado apresentado à imaginação do público sob a denominação de Darwinismo.


O Projeto de Darwin


No artigo 'Toward a New Science of Life,' o jornalista do EIR, Jonathan Tennenbaum, faz o seguinte relato concernindo o Darwinismo:


Hoje, é fácil mostrar que o Darwinismo, um dos pilares da biologia moderna, não é nada mais que um tipo de culto, um culto religioso. Eu não estou exagerando. Ele não tem qualquer validade científica. A assim chamada teoria da evolução de Darwin é baseada em proposições absurdamente irracionais, que não vieram de observações científicas, mas foram artificialmente introduzidas de fora pra dentro, por razões político-ideológicas (Tennenbaum).


Dada as origens do Darwinismo na oculta Franco-maçonaria e sua expediente promoção de uma emergente espécie de super-homem (p.e., a elite), isso é uma avaliação bastante precisa. Charles Darwin agiu como o apóstolo da elite, pregando o novo evangelho secular da evolução. O Darwinismo poderia ser considerado um projeto Franco-Maçônico, a culminação de uma campanha de publicidade conduzida pela Loja. Evidência para essa conexão pode ser encontrada nos controversos Protocolos dos Sábios de Sião.


Embora um exame dos Protocolos e uma crítica de sua autenticidade não sejam os propósitos desse ensaio, é importante endereçar as questões cercando suas origens. Além de tudo, os Protocolos têm sido empregados por toda história em numerosas campanhas genocidas contra os Judeus. Porém, os autores de Holy Blood, Holy Grail fornecem evidência que o documento pode ser de origem maçônica:


Desta forma pode ser provado conclusivamente que os Protocolos não foram publicados pelo Congresso Judaico na Basiléia em 1897. Assim sendo, a questão óbvia é de onde eles foram editados. Modernos estudiosos têm rejeitado-os como total falsificação, um documento completamente espúrio tramado com interesses anti-semitas no intento de desacreditar o Judaísmo. E, apesar disso, os próprios Protocolos argumentam fortemente contra uma tal conclusão. Eles contêm, por exemplo, um número de enigmáticas referências – referências que são claramente não Judaicas. Mas essas referências são tão claramente não Judaicas que elas não podem plausivelmente ter sido fabricadas tampouco por um falsificador. Nenhum falsificador anti-semita com uma mesma inteligência módica teria possivelmente fabricado tais referências com vistas a desacreditar o Judaísmo. Pois ninguém teria acreditado que essas referências seriam de origem Judaica.


Assim, por exemplo, o texto dos Protocolos termina com uma única declaração. 'Assinado pelos representantes do Sião do Grau 33'. Por que um falsificador anti-semita teria maquilado uma tal declaração? Por que não teria ele tentado incriminar todos os Judeus, preferencialmente somente uns poucos - os poucos que constituem 'os representantes do Sião do Grau 33'? Por que ele não declararia que o documento foi assinado por, digamos, os representantes do congresso Judaico internacional? Na realidade, os 'representantes de Sião do Grau 33' dificilmente pareceriam referir-se ao Judaísmo de jeito e maneira, ou a qualquer 'conspiração internacional Judaica'. Se algo, pareceria referir-se a algo especificamente maçônico. E o grau trinta e três na Franco-maçonaria é aquele da assim chamada Observância Estrita – o sistema da Franco-maçonaria introduzido por Hund a pedido de seus 'desconhecidos superiores', aquele que parece ter sido Charles Radclyffe (Baigent, et al, 192-3). Baigent, Leigh e Lincoln concluem:


Havia um texto original em que a versão publicada dos Protocolos se baseou. Esse texto original não era uma falsificação. Pelo contrário, ele era autêntico. Mas não tinha nada a ver com Judaísmo ou uma 'conspiração Judaica internacional'. Foi publicada, de preferência, por alguma organização maçônica ou uma sociedade secreta maçonicamente orientada que incorporou a palavra 'Sião' (Baigent, et al, 194).


Dada a linguagem maçônica, alguém pode descartar completamente a alegação racista de que os Protocolos constituem evidência de uma 'conspiração Judaica internacional'. Todavia, o documento guarda alguma autenticidade:


A versão publicada dos Protocolos não é, portanto, um texto totalmente fabricado. Ele é, preferentemente, um texto radicalmente alterado. Porém, apesar das alterações, certos vestígios da versão original podem ser discernidos. ' (Baigent, et al, 195).


Os vestígios remanescentes do texto original sugerem fortemente origens maçônicas. Tendo estabelecido a autoria maçônica dos Protocolos, alguém poderia retornar uma publicação próxima: envolvimento franco-maçônico na promoção do Darwinismo. Considere o seguinte excerto dos Protocolos, cuja leitura parece claramente uma missão enunciada:


Para eles [as massas ou rebanho] deixe-os representar a parte principal que nós os persuadimos a aceitar como os ditames da ciência (teoria). É com esse objetivo em vista que nós estamos constantemente, por meios de nossa imprensa, estimulando uma confiança cega nessas teorias. Os intelectuais dos goyim [as massas ou rebanho] inflarão a si mesmos com seu conhecimento e sem qualquer verificação lógica disso em colocar em efeito toda a informação disponível da ciência, que nossos agentur especialistas têm com perspicácia remendado juntamente para o propósito de educar suas mentes na direção que nós desejamos.


Não suponha pelo momento que esses enunciados sejam palavras vazias: pense cuidadosamente nos sucessos que nós arranjamos para o Darwinismo [ênfase acrescentada], Marxismo, e Nietzschismo (republicado em Cooper, 274-5).


Em acréscimo à criação da sanção oficial da Loja ao Darwinismo, esse excerto também revela um direto relacionamento entre Marxismo, Nietzschismo e teoria da evolução. Esse relacionamento deverá ser examinado na parte dois desse artigo nesse website (www.biped.info).


Seria o avô de Aldous Huxley, T.H. Huxley, quem agiria como o 'porta-voz para o solitário Darwin' (White, 268). Muitos anos mais tarde, Aldous proporia uma 'ditadura científica' em Brave New World Revisited. Se Aldous fez sua proposição em uma “loucura” ou foi redigindo um conceito que tinha circulado no interior da família de Huxley por anos, não pode ser determinado. Dada a tradição oligárquica da família, a última afirmativa permanece uma possibilidade definida. Apesar disso, poderia haver uma profunda conexão franco-maçônica, sugerindo que o conceito de uma 'ditadura científica' pode ter se originado no interior da Loja.


T.H. Huxley foi um Franco-maçom e, com nenhuma aparente realização para reivindicar como sua, foi feito um companheiro da Sociedade Real na idade de 26 (Daniel, 34). T.H. Huxley instruiu o Franco-maçom H.G. Wells, que posteriormente ensinaria os dois netos de Huxley, Julian e Aldous. Tanto Julian e Aldous foram Franco-maçons (Daniel, 147). Dada essa continuidade de refúgio Franco-Maçônico no interior da família de Huxley, é uma possibilidade definida que o conceito de Huxlian de uma 'ditadura científica' é realmente maçônica. Considerando a confirmação do Franco-maçom H.G. Wells de uma 'ditadura científica', que ele chamou de 'Tecnocracia', isso é altamente verossímil.


O resto é história. Com as campanhas de publicidade da Sociedade Real e a ávida defesa do apologista da evolução T.H. Huxley, a teoria de Darwin seria disseminada e popularizada. A semente tinha criado raízes e, nos anos que viviram, numerosas permutações da 'ditadura científica' da elite emergiria...


Continuação na Parte Dois desse site (www.biped.info).


A Ascendência da Ditadura Científica


Parte Dois: Ficção Ciência e a Conexão Sirius


por Phillip Collins


http://www.biped.info/articles/collins2.html



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Na parte dois desse artigo, nós traçamos a ameaça do conceito de 'sobrevivência do mais apto' de Condorcet a Malthus, de Spencer a Wallace e a Darwin; elucidam a 'Programação Profética' contida em romances de ficção científica; e iluminam a conexão extraterrestre, especificamente o significado franco-maçônico de Sirius, a Estrela Cão.


Ficção Científica: Um Meio de Programação Profética


Aldous Huxley primeiro apresentou a 'ditadura científica' à imaginação do público em seu livro Brave New World. Em Dope, Inc., a associação do dissidente político Lyndon LaRouche garante que o livro de Huxley foi realmente um 'apelo de massa' organizando documento escrito 'em benefício de uma única ordem mundial' (Dope, Inc., 538). O livro garante também que os Estados Unidos é o único lugar onde o ‘clássico de ficção científica’ de Huxley é ensinado como uma condenação alegórica do fascismo. Se isso é verdade, então a 'ditadura científica' apresentada no interior das páginas de seu romance Brave New World é um tênue disfarçado roman a' clef – um romance que de modo tênue encobre gente real ou eventos – aguardando decretos reais.


Tal é freqüentemente o caso com a literatura de ‘ficção científica'. De acordo com o pesquisador Michael Hoffman, esse gênero de literatura é instrumental na doutrinação das massas ao interior das doutrinas da elite:


Tradicionalmente, a ‘ficção científica’ tem aparecido à maioria do povo como um gênero adolescente, a ocupação de perder tempo com fantasias. Isso tem sido a grande força do gênero como um veículo para a inculcação da ideologia favorecida pela criptocracia. Como J.H. Towsen aponta em Clowns, somente quando o povo pensar que eles não estão comprando algo, as vendas reais podem começar a crescer. Enquanto é verdade que com o sucesso do programa espacial Gemini da NASA e os vôos à lua da Apollo mais séria atenção e respeitabilidade foRAM concedidaS à 'ficção científica', apesar de tudo em sua criativa semeadura de tempo, do século XIX até os anos 50, o programa profético conhecido como ‘ficção científica’ teve a vantagem de ser ridicularizado como o vício solitário de crianças que não combinavam e adultos marginais. (Hoffman, 205).


Assim, 'ficção científica' é um significado de condicionamento das massas para aceitar futuras visões que a elite deseja tangivelmente decretar. Esse processo de gradual e súbita inculcação é batizado de 'Programação Profética'. Hoffman o desenvolve: 'Programação Profética trabalha por meios da propagação da ilusão de uma visão infalivelmente acurada de como o mundo está indo enxergar o futuro' (Hoffman, 205). Memes são instilados através da circulação de documentos de 'apelo de massa' à guisa de literatura de 'ficção científica'. Uma vez incluído em um nível cognitivo, esses memes se tornam profecias auto-realizantes, abraçadas pelas massas e exteriormente aproximada em direção aos esforços da elite.


Se o conceito de 'Programação Profética' parece fantástico, considere o caso de H.G. Wells. Wells foi guiado por T.H. Huxley, avô de Aldous. Um após outro, Wells guiaria Aldous e seu irmão, Julian. Todos esses homens foram membros da Loja franco-maçônica (a significação do que será revelado em poucas palavras). Wells comporia vários tratados de 'apelo de massa' disfarçado de romances de ficção científica. O mais notável desses romances foi The Shape of Things to Come. O pesquisador Jim Keith ofereceu a seguinte avaliação de The Shape of Things to Come de Wells:


Interessantemente, enganosamente, o livro é apresentado como uma obra de ficção científica, mas no interior de suas páginas é a melhor suposição de Wells de como a Nova Ordem Mundial viria a se ocorrer, de uma perspectiva da década de 30.


Enquanto primariamente uma obra de propaganda que empurra a visão de mundo de Wells de um mundo único e outras visões internacionalistas durante a primeira metade desse século, o livro é particularmente revelador naquilo que também expõe muitas das estratégias que estão para ser empregadas (Keith, Mind Control, World Control, 13).


Obviamente, nem todas as profecias de Wells foram 100% precisas. Nesse exame de The Shape of Things to Come, Keith concluiu que:


Wells não foi nenhum profeta com relação a sua linha do tempo, somente um escritor de esconde os planos dos homens com um interesse em promover a chegada do estado mundial ditatorial. Sua bola de cristal é de certa forma turva em certos detalhes (Keith, Mind Control, World Control, 16).


Porém, o romance de Wells exibiu um estranho grau de precisão. Jim Keith enumerou os vários exemplos de misteriosas precisões em The Shape of Things to Come de Wells. Entre uma das sincronias, Keith encontrou no texto uma descrição de Wells do aparelho primário da elite para a amalgamação do sistema econômico mundial:


Não sem surpresa, Wells posiciona a Cidade de Londres – o centro internacional da cultura bancária – e seu crédito financeiro como responsável por tricotar com a vida econômica mundial por centenas de anos atrás. Com essas inovações nas comunicações e financas, mas também com as frustrações e guerras inerentes (assim ele diz) na existência de estados nacionais independentes e soberanias, sucedeu o gradual amanhecer da idéia do estado-mundial (Keith, Mind Control, World Control, 14).


Um outro exemplo de misteriosa precisão foram os prognósticos de Wells concernindo uma segunda guerra mundial e uma proliferação de doenças infecciosas:


Wells causa o começo da Segunda Guerra Mundial, em 1940, na Polônia, sobre um imaginado desprezo ocupado por um Nazi sobre as ações de uma Polônia de origem Judaica. Ele caracteriza a Segunda Guerra Mundial, assim como foi, como uma orgia de violência, e causa o término da luta em 1949 – ficando consideravelmente próximo às datas reais do conflito – somente para ser seguido por um outro flagelo, que de excessiva doença, 'A Incursão dos Germes'.


Dado o clima do presente dia de AIDS, Ebola e doenças da Vaca Louca, e outras resistentes pressões virais – e os persistentes rumores da engenharia militar nessas mesmas doenças - talvez a datação de Wells nesse particular deveria ter sido removida rumo a alguns anos (Keith, Mind Control, World Control, 16).


Uma das mais esclarecedoras revelações encontradas em The Shape of Things to Come foi o grupo que Wells reivindicou que seria central para a formação de um governo mundial:


Wells estabelece a responsabilidade pela criação da Nova Ordem Mundial na cobertura de cientistas do futuro [ênfase adicionada], o grupo que ele batiza de 'Tecnocracia' (Keith, Mind Control, World Control, 16).


Exercendo 'controle ostensivo sobre o cognoscível', os cientistas dessa 'Tecnocracia' implementaria uma estratégia Fabiana de 'gradual assimilação ideológica' (Keith, World Control, Mind Control, 16-17). De modo incremental, essa rede de cientistas projetaria a amalgamação de Estados-Nação ao interior de um governo global. Novamente, o tema Huxliano de uma 'ditadura científica' emerge. Esse é o futuro que as massas tem sido condicionadas a aceitar rumo a Programação Profética.


A Conexão Sirius


Em Morals and Dogma, o Franco-Maçom de Grau 33, Albert Pike, concede honra especial para Sirius, um corpo celestial que 'ainda reluz em nossas Lojas como a Estrela Flamejante' (Pike, 486). Realmente, Sirius representa um axioma fundamental da Arte Maçônica. Pike explica que a estrela é: ''um emblema da Divina Verdade, dada por Deus para os primeiros homens, que preservaram por todas as vicissitudes das épocas as tradições e ensinamentos da Maçonaria' (Pike, 136). À medida que Pike continua, ele revela que Sirius tem também presidido numerosas outras denominações: 'A Estrela Flamejante em nossas Lojas, nós temos já dito, representa Sirius, Anubis, ou Mercúrio, Guardião e Guia das Almas' (Pike, 506).


Qual seja o seu nome, a estrela representa uma entidade de grande significância esotérica para a Franco-maçonaria:


Nas antigas palestras eles diziam: 'A Estrela ou Glória Flamejante no centro nos refere àquela Grande Luminária, o Sol, que ilumina a Terra, e pela sua influência genial dispensa bênçãos da espécie humana' (Pike, 506).


Um pouco depois, Pike reitera: 'a Estrela Flamejante tem sido respeitada como um símbolo de Onisciência, ou Olho que tudo Vê, que para os Antigos era o Sol' (Pike, 506). Lembra que, antes das características externas dos aparelhos de controle das oligarquias, foram cosmeticamente alteradas até se apresentar uma 'ditadura científica', a elite governou rumo a adoração institucionalizada do Sol (Keith, Saucers of the Illuminati, 78-79). Por dentro de tais enunciados, Pike fornece um breve reflexo do deus da Franco-maçonaria. Embora as características topográficas de sua teocracia mudaram, a divindade tem permanecido a mesma e sua identidade é associada com a estrela chamada Sirius.


De acordo com Pike, Sirius foi responsável por transmitir numerosas inovações à espécie humana:


Ela foi Sirius ou a Estrela-Cão, a amiga e conselheira de Osíris, e a inventora do idioma, gramática, astronomia, pesquisa, aritmética, música e ciência médica; a primeira produtora de leis; e que ensinou a adoração dos deuses, e a construção de templos (Pike, 376).


É interessante notar que, entre suas várias contribuições, essa divindade Franco-Maçônica foi responsável pela introdução de várias formas de ciência. Sirius também representa o 'ostensivo controle sobre o cognoscível’ da Loja? A Estrela-Cão é um símbolo da 'ditadura científica’ da elite? Michael Hoffman desenvolve mais adiante a identidade de Sirius:


A lendária satânica condutora da civilização para a Terra foi suposta ser um alienígena do sistema estrelar Sirius, em volta do qual os egípcios e todos sistemas herméticos subseqüentes construíram suas elaboradas e obsessivas observâncias astronômico-religosas. Essa estrela Sirius também serviu como um código secreto astronômico, uma alegoria da ilusória qualidade e inerente 'astúcia' do mundo material (Hoffman, 26-27).


Essa mitologia Franco-Maçônica de intervenção extraterrestre em evolução humana pode ser equilibrada por um regresso. Dada a impossibilidade de geração espontânea, o Darwinismo tem encarado um maior obstáculo para sua inquestionável primazia. Reconhecendo esse obstáculo, o materialista científico Francis Crick apresentou uma teoria dando luz a uma misteriosa semelhança ao mito Sirius. De acordo com Crick, tecnologicamente avançados extraterrestres 'semearam' a terra com vida bilhões de anos atrás. Se Crick estava particularizado com doutrinas ocultas da elite ou foi simplesmente um seguidor do curso natural da memética metástase do Darwinismo, uma coisa é certa, ele e outros proponentes de similares teorias de 'intervenções extraterrestres' estão satisfazendo o caminho para a re-introdução do misticismo Franco-Maçônico ao objetivo final da ciência.


Há uma possibilidade distinta que os agentur da elite já estão no processo de facilitar a re-introdução desse mito. Com a voracidade do Darwinismo na questão, a efetividade desse meme tem estado declinante e, com isso, a influência da classe governante. Obviamente, isso é algo que a elite não pode permitir acontecer. Considere a seguinte explicação de Linda Moulton Howe. Durante um encontro com Richard Doty, um oficial da inteligência militar dos Estados Unidos, Howe foi apresentado com um papel de instruções a respeito de uma visitação alienígena. Em seu corpo, Howe lê uma interessante declaração a respeito da esfarelada teoria do Darwinismo: 'Ele declarou que todas as questões e mistérios sobre a evolução do Homo sapiens nesse planeta têm sido respondidas e que o projeto foi encerrado' (Howe, 151).


Que conveniente! Por quais meios esses extraterrestres facilitaram o processo evolucionário? Reiterando as básicas conexões de Crick, o papel declarou que:


'Esses ETs tem vindo em vários intervalos na história da terra para manipular DNA em já existentes primatas terrestres e, assim também, talvez em outras formas de vida. Para o melhor de minha memória, os intervalos de tempo para essa manipulação de DNA, especificamente listada no guia de instruções foram 25,000, 15,000, 5,000, e 2,500 anos atrás (Howe, 151).


De fronte à impossibilidade de geração espontânea e o inexorável colapso do Darwinismo, a elite poderia agora estar invocando um mito da 'intervenção extraterrestre' cercado de suas próprias doutrinas. Dadas as conexões de inteligência militar de Richard Doty, resta nisso uma muito real possibilidade. A doutrina Franco-Maçônica de Sirius tem circulado no interior de grupos de inteligência militar por bastante tempo. De acordo com o pesquisador James Shelby Downard, há ali um culto de sectários de Sirius nos mais altos postos da CIA (Keith, Saucers of the Illuminati, 49). O pesquisador Jim Keith aprimora:


Ele cita como única de suas locações rituais o telescópio que visualiza a sala do Observatório Palomar Observatory na Califórnia. Ali, ele diz, os adeptos do culto de Sirius da inteligência militar executam rituais na telescopicamente focalizada luz da Estrela Cão, em imitação ao sacerdócio egípcio, raios astrais banham a câmara observatória e os participantes quando o telescópio é mirado à proteção de Sirius (Keith, Saucers of the Illuminati, 49).


Keith prossegue citando o caso do oficial da inteligência militar, Michael Aquino:


Loucura total? Conte para o Coronel Michael Aquino da inteligência militar dos EEUU, o admitido chefe do satânico Templo de Set, uma divindade [Set] identificada em ocultismo com Sirius. Aquino não faz nenhum segredo a respeito do fato que ele é o chefe de seu desdobramento da igreja de Satã de Anton LaVey, conhecida por atrair muitos dos seus líderes dos círculos militares. De novo, nós vemos a estranha conjunção de Sirius, ocultismo e inteligência militar (Keith, Saucers of the Illuminati, 49).


Aqueles que compreendem essa 'estranha conjunção' poderiam também ser responsáveis pela perpetração de uma campanha desinformação, derivada da doutrina maçônica e designada a manter o decrescente domínio do Darwinismo.


Darwinismo Desmantelado


Fornecer uma completa e compreensiva delineação dos vários conceitos constituintes do Darwinismo é uma tarefa assombrosa. A própria teoria é um denso amálgama de ‘ismos’, claramente escondido em conceitos ocultos, doutrinas filosóficas e ideologias. Novamente, o enunciado de Tennenbaum de que o Darwinismo 'é baseado em proposições absurdamente irracionais, que não vem de observações científicas, mas foram artificialmente introduzidas de fora pra dentro, por razões político-ideológicas' que parecem sucintas e acuradas. Mesmo assim, com quais fontes exteriores essas 'absurdamente irracionais proposições' encontram suas origens próximas?


Uma das maiores influências em Darwin foi Thomas Malthus, um sacerdote anglicano que tinha recebido as bênçãos do Francês deísta Jean-Jacques Rousseau e o radical empirista David Hume (Keynes, 99). Malthus foi o autor de Ensaio do Princípio da População, uma pesquisa sob a premissa da tese que: 'População, quando não controlada, aumenta em proporção geométrica. Recursos de subsistência aumentam somente em uma proporção aritmética' (Malthus, 6). Ainda que Malthus articulasse suas observações em equações matemáticas sucintas, as confusas e complexas maquinações compreendendo a ordem natural tipicamente desprezaram tal excessivamente simplista reducionismo. Apesar de tudo, Malthus concluiu que a sociedade deveria adotar certas políticas sociais para prevenir a população humana de aumentar em volume desproporcionalmente maior do que os suprimentos de alimentos.


As políticas genocidas de Malthus miravam especificamente o pobre. Por exemplo, um dos propósitos sugeria a implementação das seguintes medidas:


Em vez de recomendar higiene ao pobre, nós deveríamos encorajar hábitos contrários. Em nossas cidades nós deveríamos fazer ruas mais estreitas, comprimir mais gente ao interior de suas casas, e convidar o retorno da praga. Na cidade, nós deveríamos construir nossas aldeias próximas a lagos podres, e particularmente encorajar colonização em todas pantanosas e prejudiciais localizações. Mas, acima de tudo, nós deveríamos reprovar remédios específicos para doenças devastadoras; e aqueles benevolentes, mas muito problemáticos homens, que tem pensado que eles estavam fazendo um serviço para a espécie humana, projetar esquemas para a extirpação total de desordens particulares. (Malthus, 412).


Através da promoção de higienicamente enfermas práticas entre populações empobrecidas, Malthus acreditava que os 'elementos indesejáveis' da multidão poderiam ser naturalmente destruídos pelas várias enfermidades. A dispersão de doenças poderia ser mais adiante assistida através de vacinação discriminativa e programas de zoneamento. Ainda, entre alguns dos mais chocantes propósitos de Malthus era sua sugestão com relação às crianças:


Nós somos obrigados em justiça e honra formalmente recusar o direito do pobre ao sustento. Para esse fim, eu deveria propor uma regulação a ser feita declarando que a nenhuma criança nascida 'deveria sempre ser conferida assistência comunitária'. A [ilegítima] criança é comparativamente falando, de pouco valor para a sociedade, como outros imediatamente suprirão seu lugar'. Toda criança que seria requerida para prosseguir com a população para esse [desejado] nível, deve necessariamente perecer, a menos que espaço seja feito para elas pela morte das pessoas adultas (Malthus, 411, 430-1).


O dito que serve de base à lógica de Malthus seria mais tarde reiterado como 'sobrevivência do mais apto'. De acordo com o pesquisador Ian Taylor, a metástase desse dito 'pode ser traçada de Condorcet a Malthus, a Spencer, a Wallace, e a Darwin' (Taylor, 65).


Uma outra das muitas constituintes visões de mundo compreendendo o Darwinismo é o Hegelianismo. De acordo com filósofo Georg Hegel, um espírito mundial panteísta estava dirigindo 'um progressivo processo (evolucionário) de desenvolvimento na natureza, incluindo a humanidade’, que se encorpou em seguida como uma 'batalha dialética entre entidades positivas e negativas'. Esse conflito sempre resultou em uma 'harmoniosa síntese' (Taylor, 381-2). A mesma moldura dialética é apresentada no Darwinismo.


Em Circle of Intrigue, pesquisador de ciências ocultas Texe Marrs revela a estrutura Hegeliana intrínseca à evolução Darwiniana. O organismo (tese) vem a o interior do conflito com a natureza (antítese) resultando em uma mais nova aprimorada espécie (síntese), a culminação do processo evolucionário (Marrs, Circle of Intrigue, 127). Obviamente, em tal mundo de progressivo conflito, a violência e o derramamento de sangue são centrais ao progresso. Desta forma, a teoria de Darwin 'deu crétido à noção Hegeliana que a cultura humana tinha ascendido de princípios brutais' (Taylor, 386).


Ainda, as raízes do Darwinismo vão mais profundamente do que Hegelianismo, retornando a uma fonte esotérica que tem estado ali desde o começo. As idéias de Hegel não se originaram dele mesmo, mas de Fichte (Sutton, America's Secret Establishment, 34). Quem foi Fichte? Antony Sutton revela que ele foi um 'Franco-maçon, quase certamente um Illuminati, e certamente promovido pelos Illuminati (Sutton, America's Secret Establishment, 34). Na realidade, a lógica dialética de Hegel reitera o dito Maçônico: Ordo Ab Chao (Ordem fora do caos). Novamente, parece que o fundamento sobre os quais o Darwinismo repousa é a Franco-maçonaria, um canal para interesses elitistas.


A Revolução Francesa: Uma Degenerada Ditadura científica


De acordo com os historiadores oficialmente sancionados pela academia, a Revolução Francesa foi pouco mais do que uma rebelião dos comuns contra uma aristocracia corrupta e instituição religiosa. Porém, em Essays on the French Revolution, Lord Acton fez uma interessante observação:


A coisa espantosa na Revolução Francesa não é o tumulto, mas o desenho. Através de todo fogo e fumaça, nós percebemos a evidência de organização engenhosa. Os gerenciadores permanecem de forma persistente escondidos e mascarados; mas não há dúvida a respeito de sua presença desde o começo (Reed, 136).


Quem foram os 'gerentes persistentemente escondidos e mascarados' que orquestraram a Revolução Francesa? Em Morals and Dogma, Albert Pike revelou que foi a Franco-maçonaria que 'ajudou a produzir a Revolução Francesa' (Pike, 24). Realmente, a Revolução Francesa representou a primeira tentativa integral de forma tangível para cumprir a visão maçônica de uma 'ditadura científica.'


A Sociedade Lunar que foi a precursora da Sociedade Real Franco-Maçônica, esteve intimamente conectada com o movimento revolucionário na França. O Franco-maçom Benjamin Franklin agiu como o 'vai e vem diplomático entre os idealistas utópicos franceses e ingleses'. O filho de James Watt foi acusado por Edmund Burke de ser um agente francês na Câmara dos Comuns britânica. Joseph Priestley havia prometido seu sincero apoio à revolucionária Assembléia Nacional Francesa. Do mesmo modo, o membro da Fellow Sociedade Lunar, James Keir, acomodou um almoço para comemorar a queda da Bastilha. Mais notavelmente, o Franco-Maçom e fundador da Sociedade Lunar, Erasmus Darwin, apoiou ativamente os Jacobinos (Taylor, 56).


Quem foram os Jacobinos? William Hoar revela que eles foram 'treinados agentes dos Illuminati da Bavária que operaram fora do Clube Breton'' (p. 2).


A Revolução Francesa exibiu tudo sobre os carimbos de uma 'ditadura científica':


Uma filosofia humanista enfatizando a ascensão evolucionária do homem rumo a apoteose: Depois que a Assembléia Legislativa rejeitou Deus como o objeto da adoração e glória do homem, a Convenção Nacional preparou um desfile com uma mulher representando Athena da sala de convenção até a capela de Notre Dame. Ali, a Deusa da Razão tomou seu lugar no altar mais alto (Scott, 306). Em um contexto maçônico, essa entronização ritualista da razão humana representou a unificação de uma consciência com a Onisciência, que é o último fim da evolução (Wilmhurst, 94). Em outras palavras, a razão humana se tornou a última fonte dos preceitos morais e o homem se tornou Deus.

Uma campanha de despopulação malthusiana: Sob a direção do iluminista Robespierre, o novo governo revolucionário começou a realizar uma campanha massiva de despopulação que se tornou conhecida como o Terror. Enquanto o objetivo de Robespierre de eliminar 15 milhões de 'comedores inúteis' nunca foi realizado, o Terror foi bem sucedido em reclamar a vida de cerca de 300,000 franceses, 297,000 dos quais eram das classes trabalhadoras médias e mais baixas. Com pouca surpresa, deveria suceder que Thomas Malthus foi educado sob o combinado abrigo de dois patrocinadores da Revolução Francesa: Gilbert Wakefield e o membro da Sociedade Lunar, Joseph Priestley (Taylor, 59).

Uma estrutura hegeliana: Recorde a estrutura Helegiana intrínseca à evolução (Marrs, 127). Na esperança de acelerar a evolução da França rumo a uma 'ditadura científica', os arquitetos da revolução promulgaram uma clássica dialética Hegeliana: a burguesia conra o proletariado. A síntese desses dois pólos extremos resultaria na subversão do individualismo e a manutenção da estratificação de classe.

Obviamente, o resto é história. A revolução rapidamente degenerou-se em um banho de sangue e muitos dos conspiradores foram massacrados pela massa que eles tinham criado. Apesar disso, o símbolo esotérico dessa abortiva 'ditadura científica' permanece. Muito depois dela ter sido entronizada na catedral de Notre Dame, Athena foi transplantada para novas praias. O pesquisador de ciências ocultas Texe Marrs explica em Dark Majesty:


Hoje, estátuas dessa iluminista Deusa da Razão são encontradas por todo os E.U.A.; alguém colocou-a com as pernas sobre o monumento do Capitólio norte-americano em Washington, D.C. Uma outra está no topo da cúpula do monumento do Capitólio em Austin, Texas. Sua estátua tem estado eregida nos quarteirões da cidade e parques da cidade. Mas o mais fantástico ídolo da Deusa da Razão, a mais majestosa estátua da senhora pagã que sustenta a tocha da luz, que ilumina, levanta e liberta a espécie humana, é encontrada no porto de Nova Iorque.


Elevada sobre as cintilantes, porém poluídas águas, ela sustentou em seu braço e mão doadores uma tocha de fogo e luz. Um presente da Ordem Maçônica, os modernos herdeiros da herança Illuminati, a Estátua da Liberdade foi esculpida por Frederic Bartholdi, um membro da Loja Maçônica da Alsácia-Lorena em Paris, França. A estátua é um ídolo esotérico de grande significância para as sociedades secretas empreendendo a Nova Ordem Mundial.


A Revolução Francesa realmente acabou ou simplesmente mudou de local? A América foi designada como novos quartéis-generais da próxima 'ditadura científica' da elite? Uma coisa é certa, embora ela não seja mais adorada na catedral de Notre Dame, a Deusa da Razão nunca tenha aberto mão de sua coroa.


A elevação da Moderna Ditadura científica


Darwinismo reparte a estrutura Hegeliana com dois outros sistemas de crença. Em The Secret Cult of the Order, Antony Sutton declara que: 'Tanto Marx quanto Hitler tem suas raízes filosóficas em Hegel' (Sutton, 118). É aqui que alguém chega ao nexo Hegeliano onde Darwin, Marx e Hitler de cruzam. Lembre que o Nietzschismo, Darwinismo e Marxismo foram todas mencionadas juntos no Protocols of the Wise Men of Sion. Isso não foi acidente. O Nazismo (uma variante do fascismo) nasceu do Nietzschismo (Carr, XIV). Comunismo nasceu do Marxismo. Ambos eram baseados em princípios Hegelianos. De mais a mais, ambas eram 'ditadura científicas' legitimadas pela 'ciência' do Darwinismo. Ian Taylor elabora:


Porém, Fascismo ou Marxismo, direita ou esquerda – tudo isso é apenas caminhos ideológicos que conduzem ao bravo novo mundo de Aldous Huxley [i.e. ditadura científica], enquanto o fundamento para cada dessas estradas é a teoria da evolução de Darwin. O Fascismo é alinhado com determinismo biológico e tende a enfatizar a batalha desigual pelo que aqueles inerentemente mais aptos devam governar. O Marxismo enfatiza o progresso social por estágios de revolução, enquanto ao mesmo tempo ele paradoxalmente enfatiza paz e igualdade. Não haveria quaisquer ilusões; Hitler apropriou-se de Marx. O resultado é que tanto o Fascismo e Marxismo acabaram no mesmo destino – governo totalitário pela elite (Taylor, 411).


O interessante tanto de Hitler quanto de Marx na evolução Darwiniana é uma matéria de história. Enquanto ele estava vivendo em Londres, Karl Marx esteve presente em palestras da teoria evolucionária ministradas por T.H. Huxley. Reconhecendo a estranha sincronia entre o conceito comunista de luta de classes e o princípio Darwiniano de seleção natural, Marx enviou a Darwin uma cópia de Das Kapital em 1873. Encantado com a evolução, Marx pediu a Darwin permissão para dedicar seu próximo volume a ele, seis anos depois. Preocupado com o fato que isso desarranjaria certos membros de sua família tendo o nome de Darwin associado com um ateísta polêmico, Charles polidamente recusou a oferta (Taylor, 381).


Numerosos autores têm estabelecido firmes conexões entre Darwinismo e o Nazismo de Hitler. O Darwiniano Arthur Keith documentou os fortes vínculos entre os objetivos racialistas de Hitler e a doutrina da evolução (Taylor, 409). Na realidade, em Evolution and Ethics, Keith candidamente declarou que: 'O Führer Alemão como eu tenho consistentemente sustentado, é um evolucionista; ele tem conscientemente procurado confeccionar a prática da Alemanha conforme a teoria da evolução' (Keith, Evolution and Ethics, 230).


Em uma análise do Mein Kampf, o autor contemporâneo Werner Maser revela que Darwin foi crucial para as 'noções de biologia, culto, força e luta e de sua rejeição da causalidade moral na história' de Hitler. Finalmente, o pesquisador Alfred Kelly fornece uma compreensiva história da popularização do Darwinismo na Alemanha (Taylor, 409).


Retornando ao nexo Hegeliano que amarra Darwinismo, Marxismo e Nazismo, tanto as fascistas e comunistas 'ditaduras científicas' representavam tangíveis decretos da estrutura dialética residente na teoria evolucionista. Marx foi grandemente influenciado por Hegel (Taylor, 381). O conceito de luta de classes, que era paralelo à seleção natural Darwiniana, resultou do redirecionamento de Marx da dialética Hegeliana rumo ao domínio sócio-econômico. O proletariado (tese) chega ao interior do conflito com a burguesia (antítese), resultando em uma Utopia sem classes (síntese). Marx, porém, rejeitou o conceito de um espírito mundial e realocou a fonte causal da revolução no interior do próprio proletariado.


A mesma estrutura Hegeliana foi residente no interior da Solução Final genocida de Hitler. O povo alemão (tese) estava envolvido em conflito com o Judeu (antítese) na esperança de criar o Ariano (síntese). Em ambos os casos de comunismo e nazismo, o resultado foram enormes banhos de sangue. Essa é a conseqüência natural do pensamento Darwiniano e o legado da 'ditadura científica'.


Por aplicar as idéias de Darwin, tanto comunistas quanto fascistas milhões foram assassinados. Ambos grupos encontram suas origens na elite (os Illuminati), que ainda estão perseguindo os mesmos objetivos hoje. De acordo com o mantra Darwiniano da 'sobrevivência do mais apto', a vitória reclamará derramamento de sangue. A humanidade poderia stand para herdar o sangrento legado da 'ditadura científica' em um futuro muito próximo.


Eugenia e a Ditadura científica Global Vindoura


Integral a Brave New World de Aldous é a prática da eugenia, que está intimamente alinhada com o Darwinismo. A eugenia encontra suas origens no tio de Darwin, Sir Francis Galton. Galton, primeiramente, introduziu o conceito de eugenia em Hereditary Genius, uma defesa racista polêmica de um sistema de procriação seletiva para os propósitos de fornecer 'raças apropriadas ou a descendências de sangue uma melhor chance de prevalecer sobre as menos apropriadas' (Galton, 24). Em verdade, Galton não foi o criador desse conceito. Sórdidas tradições de procriação seletiva e procriação consangüínea tinha sido há muito tempo praticadas pela classe governante para manter a 'pureza genética' de sua futura dinastia. Galton simplesmente consignou essa tradição de apelação a 'eugenia' e popularizou-a como uma ciência legítima.


Na realidade, essa mesma completa tradição foi praticada pelo próprio Darwin. Na esperança de manter a 'superioridade genética' de sua linha de sangue, Darwin casou-se com a mais jovem neta de seu pai maternal. O pesquisador Ian Taylor revela o resultado de seu projeto de procriação consangüíneo:


A idéia de Darwin de procriação consangüínea para produzir uma geração superior pode ser entendida ser um completo desastre no caso de seus próprios dez filhos. Desses dez, uma garota, girl, Mary, morreu pouco depois que nasceu; outra garota, Anne, morreu na idade dos dez anos; sua filha mais velha, Henrietta, teve um sério e prolongado colapso aos quinze em 1859. Três dos seis filhos sofreram tais freqüentes enfermidades que Darwin estimou-as como semi-inválidas enquanto seu último filho, Charles Jr., nasceu mentalmente retardado e morreu em 1858, dezenove meses depois de nascer (Taylor, 127).


Ainda, a despeito do fracasso histórico da eugenia, o conceito foi vigorosamente promulgado no interior da comunidade científica. Em 1901, o departamento de estatística da University College de Londres se tornou o quartel-general para a Educação Eugenista da Sociedade. Motivada pela visão de Galton de uma futura utopia governada por uma elite geneticamente projetada, a Sociedade Eugenista se desenvolveria ao interior de um bem sucedido movimento político. A eugenicamente dominada 'ditadura científica' de Aldous Huxley apresentada em Brave New World estava se desenhando próximo á realização. Dado seu papel na aproximação tangível do roman a' clef de Aldous, é apropriado que um dos muitos louvores da comunidade científica conferidos por Galton foi a condecoração de Huxley (Taylor, 405).


Porém, a agenda da arregimentação eugênica requereu uma maquinação internacional pelo que poderia ser globalmente promulgado. Essa maquinação internacional era a United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization (UNESCO). Julian Huxley, irmão de Aldous, foi o primeiro diretor geral da UNESCO e escreveu o manifesto da organização em 1947. Intitulado UNESCO: Seus Propósitos e Sua Filosofia, esse documento apresenta a seguinte missão enunciada:


Assim, muito embora seja verdade completa que qualquer política eugênica radical será por muitos anos politicamente e psicologicamente impossível, será importante para a UNESCO ver que o problema eugênico é examinado com o incrível cuidado, e que a opinião pública seja informada das publicações de interesse de forma que muito que agora é impensável poderia pelo menos se tornar pensável (Huxley, UNESCO).


Conforme o impensável se torne pensável, o ficcional se torne factual, Brave New World se torna uma realidade. Em 1977, o autor Claire Chambers delineou claramente o papel da ONU como uma ditadura científica global:


Desde seu início, a ONU tem avançado um programa mundial de controle da população, educação científica humana [p.e., eugenia] e Darwinismo (Chambers, 3).


Em Brave New World Revisited, Aldous Huxley prognosticou: ''o século vinte e um será a era dos Controladores do mundo'' (Huxley, 25). A 'ditadura científica' de Aldous Huxley não poderá ficar confinada às páginas da literatura clássica por muito tempo.



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Referências



Baigent, Michael, Richard Leigh, & Henry Lincoln, Holy Blood, Holy Grail, Delacorte Press, New York, 1982.


Carr, William Guy, Pawns in the Game, Omni/Christian Book Club, Palmdale, California, 1958.


Carlson, Ron, Ed Decker, Fast Facts on False Teachings, Harvest House Publishers, Eugene, Oregon, 1994.


Clarke, Arthur C., Childhood's End, Ballantine Books, New York, 1953.


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